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Entregue por:FeedBurner/Cidadão Araçatuba

21 de abr. de 2013

Mais do mesmo.




Imagem retirada da internet,link aqui.

Vi um rapaz dos seus 40 e poucos anos deitado na calçada de uma avenida com grande fluxo de pessoas, coberto por um cobertor azul, uma mochila preta como travesseiro. Esse conjunto de informações indicava que ele deveria ter passado a noite por ali. Bem próximo um vira lata marrom claro que lhe fazia companhia. Não que cenas como essa não emoldurem o cotidiano das grandes cidades, Araçatuba nem é tão grande assim mas, infelizmente, começa a se repetir por aqui cenas mais comuns nas grandes cidades. 

Reduzi as pedaladas, pensei em tirar uma foto com o celular para ilustrar esse post que na minha cabeça nascia. Cheguei a diminuir a marcha, pedalei mais um pouco e me dei conta que o exporia a um constrangimento muito maior do que ele já passava ali. Não resolveria o problema dele e eu ainda seria muito mal interpretado.

Muitos outros passaram por ali, presenciaram a cena, e nada fizeram. Por que?  

"O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más, mas a indiferênça  e o silêncio das pessoas boas”.
Martin Luther King

Continuei rumo ao trabalho que ainda estava longe. No caminho foram surgindo muitas questões. A que não quis calar foi: Esse tipo de situação não é tão incomum assim, porque afinal me escandalizei?

Por que tenho casa, emprego, formação acadêmica e um meio de locomoção? Por que a dignidade humana é bonita apenas quando falada e deveria ir além do papel ou de algum discurso, ou simplesmente porque não efetivamos aquilo que imaginamos ser o correto?

Sabemos pelas mídias, que milhões de reais são aplicados para tornar a vida dos menos favorecidos melhor, porque então de fato isso não acontece? Comentei aqui de um caso isolado, mas com certeza devem existir outros tantos espalhados nas ruas das muitas cidades do no país.

Será que o colega deitado na calçada já gastou a sua parte? Ou será que ele se esqueceu  de passar no banco e sacá-la? Pode até ser um caso isolado de alguém que tomou "todas e mais algumas" e não conseguiu chegar em casa. Será que ele tem casa? 

23 de mar. de 2013

A presidente inventou que o Papa consegue entender até dilmês com sotaque cucaracha


Imagem retirada da internet, link aqui,

Não resisti e posto na íntegra o texto escrito pelo jornalista Augusto Nunes publicado no site da veja (Fonte:http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/ )

Um primor com muito humor. Leiam, reflitam e como não há o que fazer divirtam-se.

Augusto Nunes -  Direto ao Ponto- 22/03/2013 às 6:42.


Pelo que disse Dilma Rousseff na entrevista coletiva em Roma, a conversa de meia hora com o Papa Francisco foi tão cordial que só não o chamou de Chico para não matar Lula de inveja. Confira  os melhores-piores momentos do palavrório em dilmês castiço, extraídos do vídeo de cinco minutos (sem dublagem nem legendas) e publicados sem correções nem retoques:

O PAPA E O BRASIL MARAVILHA

“Ele é uma pessoa extremamente carismática e, ao mesmo tempo, cum grande compromisso com os pobres, o que torna a relação com o Brasil uma relação muito importante para nós porque o governo brasileiro vem aos últimos 10 anos, a partir do Lula, focando a questão da superação da pobreza. E é uma política de Estado, eu inclusive, expliquei para ele como é que nós estamos, e ele conhecia bastante bem, não é, não houve nenhuma surpresa da parte dele, ele sabia o que nós estávamos fazeno”

O PAPA E O PAPELEIRO

“Uma coisa que para mim foi muito interessante, ele falou que teve um papeleiro, vestido de papeleiro. Papeleiro é o nosso catador de papel. Ele trabalhava com o papeleiro e teve um papeleiro aqui no dia da entronização representando os papeleiros argentinos e eu falei para ele que nós geralmente fazemos, como vocês sabem, o nosso Natal, nós fazemos uma missa sempre na época do Natal com os papeleiros”

O PAPA E OS JOVENS

“No que se refere à nossa Jornada Mundial da Juventude, a importância da juventude na construção do futuro da humanidade, e a Igreja como uma instituição secular tem no jovem, né, uma… um  foco muito grande e ele estava me dizeno que ele espera uma presença grande dos jovens na medida em que ele é o primeiro papa, ele é várias coisas primeiro: ele é o primeiro Francisco, o primeiro jesuíta, o primeiro latino-americano, o primeiro argentino, e ele espera a presença massiva de jovens. Nós conversamos …  muito entusiasmado … nós conversamos sobre a questão dos jovens, sobre essa questão das drogas, do crack, do reforço de valores, de princípios e de símbolos para a juventude”

O PAPA EM APARECIDA DO NORTE

“Ele me disse que ele vai a… vai comparecer a Aparecida, ele vai, logo depois da grande participação dele ir em Aparecida e até me lembrou que em 2007 ele esteve em Aparecida e me deu, inclusive, um livro que é a síntese do que eles fizeram em Aparecida em 2007, que foi uma conferência de bispos latino-americanos. E me disse assim: “Você não lê tudo, porque você pode se aborrecê. Então ocê pegue o índice e olhe os assuntos que te interessá vai lendo aos poucos”

O QUE DILMA ESPERA DO PAPA

“Eu acho que ele será um papa muito importante para o momento em que todos nós vivemos”

17 de mar. de 2013

A Múmia.



Imagem retirada da internet, link aqui,

Um verdadeiro "peteleco" a falta de bom senso de alguns. Espero que nem todos os Venezuelanos sejam, pensem e ajam como o falecido presidente. Vale a pena ler!

PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA QUINTA-FEIRA

Retirado do link: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/a-mumia-a-critica-e-a-revolucao-por-demetrio-magnoli/

DEMÉTRIO MAGNOLI

Segundo assessores, Lula e Dilma Rousseff interpretaram a decisão de embalsamar o cadáver de Hugo Chávez como, essencialmente, uma estratégia eleitoral. Eles olham para outro lado, evitando confrontar a incômoda realidade que, cedo ou tarde, assombrará o Brasil. A múmia em Caracas é o indício inconfundível de uma regressão histórica da esquerda latino-americana e, além disso, um sinal agourento de que os sucessores do caudilho não pouparão a Venezuela do trauma da implantação de uma “ditadura bolivariana”.
A mumificação deliberada expressa uma exaltação do desejo de permanência. No antigo Egito, o corpo do morto devia ser embalsamado para que ele vivesse eternamente, a fim de conhecer Osíris, a divindade da vida após a morte. Na política laica contemporânea, a prática tem um sentido radicalmente diferente, pois não se destina a promover um interesse do morto, mas a exercer influência sobre os vivos. O morto deve ser eternizado a fim de aprisionar o presente na jaula do passado, impedindo que a vida siga adiante.
“O corpo do presidente Chávez será embalsamado como Lenin e Mao”, anunciou Nicolás Maduro, o sucessor designado. Nada indica que Vladimir Lenin desejasse ser convertido em múmia e Mao Tsé-tung deixou assinada uma ordem para sua cremação. Os dois líderes revolucionários consagraram-se ao empreendimento intelectual de embalsamar o pensamento de Karl Marx, mas, justamente por isso, rejeitavam a ideia de que, um dia, eles mesmos viessem a ser circundados pelo halo do sagrado. Ao contrariar a vontade derradeira dos líderes mortos, enquanto juravam fidelidade imorredoura a seus ensinamentos, os sucessores inseguros almejavam congelar a vida política, perenizando-se no poder.
Crítica da economia política é o subtítulo de O capital. A palavra “crítica” permeia os textos de Marx. O suposto inspirador dos líderes mumificados no Kremlin e na Praça da Paz Celestial inscreve-se na linhagem do pensamento iluminista: a “crítica”, em Marx, é um movimento racional de recepção, interpretação e superação da tradição intelectual. O estabelecimento de uma “verdade marxista” e sua calcificação como doutrina oficial representam a negação do núcleo do pensamento “marxista”. O mausoléu de Lenin, uma construção em granito reminiscente da tumba do imperador Ciro II, e o de Mao, com sua fachada em colunas neoclássicas, são símbolos apropriados de regimes bárbaros, apoiados sobre a bengala da violência política sem freios e devotados à supressão extensiva da crítica.

Marx não foi, contudo, exclusivamente um pensador. Existe um outro Marx, o doutrinário comunista, cujas ideias podem funcionar como fonte de legitimação da barbárie totalitária. “Os filósofos se limitaram até hoje a interpretar o mundo; cabe transformá-lo” ─ a última das Teses sobre Feuerbach proclama, no fim das contas, que a revolução social é o critério definitivo a respeito da verdade. A frase célebre foi eternizada na parede de mármore do saguão da Universidade Humboldt, em Berlim, pelos dirigentes da antiga Alemanha Oriental. Eles estavam dizendo que o poder estatal comunista era a culminância da filosofia, a estação final do pensamento humano. A reverência absoluta diante da verdade oficial: eis a exigência simbolizada na mumificação de Lenin, Mao e, agora, Chávez.

10 de mar. de 2013

Os Miseráveis





Imagem retirada da internet, link aqui.

Final de semana começando, mil coisas por fazer, mas a sessão de cinema em casa não pode faltar.

Não é bem um “cinema” está mais para “rome tiater”. 

Dessa vez loquei um dos bons e como de costume gosto de compartilhar. O filme em questão é Os miseráveis (título original: “Les Misérables” produção britânica de 2012 tendo sido lançado no Brasil em Fevereiro/2013- Produzido pela  Working Titles Films e Distribuído pela  Universal Pictures.
Sinopse 
(retirada da Wikipédia- http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Miser%C3%A1veis_%282012%29). 

A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo e os motins de junho de 1832. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe).

Enquanto isso, do outro lado da França, Fantine (Anne Hathaway) enfrenta uma grande luta com sua filha Cosette. Ao viajar para o interior do país, a mãe deixa a menina com o casal Thénardier (Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen), que maltratam a criança, a fazem de escrava e roubam seu dinheiro. Enquanto isso Fantine arranja emprego no interior, manda dinheiro para sua filha, enquanto o casal cobra cada vez mais e mais. Um dia um funcionário da fábrica descobre que a mesma tem uma filha ilegítima, e a expulsam do emprego em que trabalha. Desolada, e sem jeito de conseguir dinheiro, ela vende os invejados cabelos e dentes, e com mais cobrança dos vilões, ela se prostitui, porém está com Tuberculose.
 
Vale muito apena assistir! Aos mais sensíveis, recomendo um lenço absorvente e muito grande. O filme realmente emociona. Excelente figurino, atores de primeira linha, músicas envolventes um conjunto realmente muito bom.

O trailer abaixo foi retirado do Youtube, dá um gostinho do que te espera quando locá-lo.




24 de fev. de 2013

O pré-sal vai atrasar muito - Matéria Revista Veja - 12/11/2012 Entrevista a Normal Gall


Imagem retirada da internet, link aqui.


Um americano que vale a pena ouvir.

Entrevista - Norman Gall           link original:http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx Revista Veja - 12/11/2012 - Malú Gaspar.

O pré-sal vai atrasar muito Um dos mais perspicazes analistas da sociedade brasileira diz que é preciso se ver livre do viés estatizante e reformar as instituições para fazer o Brasil subir de patamar.

Vivendo há 35 anos no Brasil, o americano Norman Gall, diretor executivo do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, acabou por se tornar um dos mais perspicazes observadores dos rumos do país. 

Nessa condição, produziu recentemente um amplo e detalhado relatório sobre os desafios do
pré-sal, no qual alerta: a exploração das riquezas da nova fronteira petrolífera vai atrasar em pelo menos cinco anos. Pesquisador incansável e obsessivo (hábito dos tempos em que foi correspondente estrangeiro), Gall, prestes a completar 80 anos, ainda faz questão de viajar para conferir in loco os temas que são objeto de suas pesquisas. De viagem em viagem, identificou no cronograma do pré-sal entraves como falta de mão de obra, estrangulamento financeiro da Petrobras e, acima de tudo, a mesma visão estatizante que empaca os recém-lançados pacotes para ferrovias, energia elétrica e aeroportos. "Essa não é uma maneira inteligente de gerir a infraestrutura nacional", afirma, na entrevista concedida a VEJA em seu apartamento, em São Paulo.

Por que o Brasil está crescendo em ritmo tão lento quanto o de economias fortemente impactadas pela crise financeira mundial?
Apesar de não ter sido diretamente atingido pela crise, o Brasil padece de vulnerabilidades que também custaram caro aos Estados Unidos e à Espanha nestes anos: incentivo exagerado ao consumo, pouco investimento, produtividade estagnada e um pesado endividamento por parte das famílias, que estão com 25%, 30% de sua renda comprometida com empréstimos. E o governo continua criando formas de incentivá-las a consumir ainda mais, quando deveria, isto sim, promover a poupança e mais investimentos. O risco desse equívoco é a volta da inflação crônica. É verdade que o Brasil já conta com um conjunto de instituições sólidas, mas elas também não têm ajudado a fomentar o desenvolvimento. Não vejo outro caminho senão encarar a dura tarefa de reformá-las. Só assim poderemos elevar a um novo patamar duas áreas cruciais: educação e infraestrutura. Se não avançarmos aí, o país pode perder a capacidade de gerir grandes projetos, daqueles que transformam as feições de uma nação. Isso já está acontecendo.
 
O senhor poderia dar um exemplo?

O caso do pré-sal é emblemático. Os gargalos de mão de obra e as deficiências de infraestrutura estão entre os entraves para que a produção deslanche. O desafio de retirar essa riqueza do fundo do mar é monumental, mas vem sendo tratado com superficialidade, sem um plano mais completo e consequente para alcançar metas tão ambiciosas. Nenhum país triplicou sua produção offshore de 2 milhões de barris diários para 6 milhões em tão pouco tempo e em águastão profundas, como está sendo proposto. Isso não quer dizer que não seja possível. Os recursos e a tecnologia estão lá. Mas, infelizmente, em mais de dois anos de discussões no Congresso Nacional a única preocupação dos parlamentares foi definir quem vai ficar com o dinheiro.

Ninguém estudou os reais obstáculos a superar. Ignoraram-se questões graves como o fato de a Petrobras ser obrigada a operar 30% de todos os novos campos do pré-sal. Esse é, para mim, o principal problema. Nenhuma petroleira no mundo, por mais ágil e competente que fosse, teria condições de operar tudo sozinha.

O governo superestimou a capacidade de investimento da Petrobras?

Houve muita politicagem aí. O governo conhecia as limitações na capacidade de investimento e de execução da Petrobras. Tanto que fez o malabarismo de injetar dinheiro do Tesouro no BNDES para que o banco o repassasse à estatal sem sobrecarregar as contas públicas às vésperas da eleição presidencial de 2010. Tudo muito ligeiro e pouco sério, como se fosse corriqueiro desenvolver, do nada, uma fronteira petrolífera dessa grandeza.

A produção brasileira de petróleo vem diminuindo. Não era de esperar que ocorresse exatamente o contrário? Sem dúvida. Há razões bastante objetivas para entender o que está acontecendo, e elas estão relacionadas à maneira como se tem lidado com as questões do petróleo no Brasil. Por problemas de gestão, plataformas paralisaram suas atividades para manutenção justamente quando os poços da Bacia de Campos chegaram à fase madura, com taxas de declínio da produção entre 10% e 20% ao ano. Faltam ainda fornecedores de equipamentos essenciais para atender a um programa tão ambicioso como o pré-sal.

É o consumo Idiota (escrito por Celso Ming).

Imagem retirada da internet somente para ilustração, no texto original a mesma nào existe., link aqui.

Ótimo artigo escrito pelo jornalista Celso Ming, aos super "oPTimistas" de plantão. Vale a pena ler e compartilhar.

22 de fevereiro de 2013 | 20h00

Celso Ming

Uma inflação alta demais e a rápida deterioração das contas externas são manifestações do mesmo fenômeno: consumo elevado demais, não acompanhado por aumento proporcional da produção interna.

A inflação tem tudo para se manter acima de 6% ao ano nos próximos meses. O governo Dilma assegura que, no segundo semestre, esse número ruim será revertido. No entanto, não está claro como e se isso acontecerá de fato. Por enquanto, o governo espera uma virada mais ou menos espontânea. Há razões para acreditar em que, também nesse caso, somente boas intenções não bastarão, como ficará mais bem exposto na próxima Coluna.
A piora das contas externas ficou demonstrada pelo aumento recorde do rombo nas Contas Correntes.

(Apenas para refrescar a memória, Contas Correntes ou Transações Correntes é o fluxo de pagamentos e recebimentos com o exterior em mercadorias, serviços e transferências, que é aquele dinheiro que as famílias mandam ou recebem de quem trabalha ou estuda lá fora. Excluem os fluxos de capital em empréstimos e investimentos.)

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, apressou-se em explicar que as contas externas de janeiro vieram inchadas demais porque parte das importações de dezembro, especialmente de combustíveis, foi descarregada no mês seguinte, por decisões burocráticas que tiveram cheiro de embelezamento dos números de 2012. Esse efeito estatístico tem menos importância. O fato relevante é que as importações medidas em 12 meses (até janeiro) dispararam 14,6%, enquanto as exportações caíram 1,1%. (grifo meu).

Refletem elevação do consumo interno (de mais de 8% em 12 meses) que a oferta interna não tem sido capaz de acompanhar. Daí esse forte aumento do suprimento externo.

A surrada tese de que o mau desempenho do comércio com o resto do mundo é consequência “do câmbio fora de lugar” não consegue convencer. Entre março e dezembro de 2012, o câmbio proporcionou desvalorização do real (alta do dólar) de 20%, sem que o ajuste tenha se refletido no resultado.

Esse diagnóstico não é da oposição ao governo, é do Banco Central. Na última Ata do Copom, a autoridade monetária advertiu que o baixo crescimento econômico do País não é desdobramento da falta de demanda (ao contrário, está aquecida demais), mas da insuficiência da oferta. Essa, por sua vez, é o resultado da falta de investimentos e do elevado custo de produção, que vem tirando competitividade da indústria.(grio meu)

Por enquanto, o rombo nas Contas Correntes continua sendo generosamente compensado com a entrada de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED). Mas, mesmo sobre esse item, começam a piscar luzes amarelas. Os números de janeiro (entrada líquida de US$ 3,7 bilhões) ficou aquém do esperado. Ainda é cedo para dizer que a deterioração da percepção que os analistas internacionais têm sobre o Brasil prejudica os IEDs. Mas é bom ficar de olho.

link original: http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/.

17 de fev. de 2013

O adventista.



Joseph Ratzinger - Papa Bento XVI- Foto retirada da internet, link aqui.

Que me perdoem os puritanistas e os aficionados por religião.

O mundo ficou surpreso com o anúncio da renúncia por parte do Papa Bento XVI  (Joseph Ratzinger) (leia mais clicando sobre o nome do papa)

Comenta-se que a idade avançada (85 anos) e por não ter mais "forças necessárias ao ofício"  declaração atribuída a ele, fez com que o papa renuncia-se. No meio religioso diz-se abdicar (Cânon-Código de direito Canônico-332 §2)  

Desde que me conheço por gente não me lembro de uma renúncia papal. Sou do tempo de (Paulo VI -06/1963 a 09/1978), muito embora tenha nascido em 1966, na minha infância pude acompanhar uma parte do seu pontificado. Naquele tempo eu tinha medo do inferno e acreditava no Céu! 
 
Para se ter uma ideia, pesquisei e descobri que o último Papa que renunciou foi Gregório XII (1406-1414).

Sempre fui um inconformado com a eleição de Ratzinger. Jornalistas especializados já diziam que ele representava a  extrema direita da Igreja, ou seja, a ala mais conservadora.

No poder, a ala mais conservadora da Igreja estava "livre" para exercer seu poder e dessa forma, temas como o homossexualismo, aborto, estudo de células tronco (possibilidade de clonagem) poderiam ser difundidos como pecado, "coisa errada"' e que os bons católicos praticantes jamais poderiam aceitar. Entre esses, há aqueles que pensam, ainda bem!

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