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18 de mai. de 2013

A Luta continua. Editorial do Estadão.


Imagem retirada da internet, link aqui.

PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA QUARTA-FEIRA-15-05-2013.

O resultado do julgamento da Ação Penal 470 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) inoculou na consciência cívica dos brasileiros a esperança de que uma nova era no funcionamento da Justiça relegue à condição de mera má lembrança a impunidade dos poderosos que historicamente tem comprometido a consolidação do pleno sistema democrático entre nós. Poucos meses após a condenação dos criminosos de colarinho branco que quiseram transformar a política em balcão de negócios, em benefício de interesses partidários, no entanto, já se começa a recear que o julgamento do mensalão se transforme em enorme frustração nacional.
Na última segunda-feira o ministro Joaquim Barbosa, relator da ação penal e hoje presidente da Suprema Corte, rejeitou o embargo infringente apresentado pela defesa do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, condenado a mais de oito anos de prisão, que pleiteava novo julgamento com base no argumento de que a condenação pelo crime de formação de quadrilha foi decidida contra o voto de 4 ministros.
Para Barbosa, a legislação que rege os processos no Supremo deixou de prever a existência de embargos infringentes: “Não estando os embargos infringentes no rol dos recursos penais previstos na Lei 8.038/90, que regula taxativa e inteiramente a competência recursal desta Corte, não há como tal recurso ser admitido”.
Além disso, Joaquim Barbosa denunciou a clara intenção protelatória dos recursos que objetivam apenas “eternizar o feito” e advertiu para o fato de que o êxito de iniciativas desse tipo conduziria inevitavelmente “ao descrédito da Justiça brasileira, costumeira e corretamente criticada justamente pelas infindáveis possibilidades de ataques às suas decisões”.
Tem razão o presidente do STF. Mas o Direito não é uma ciência exata e, portanto, depende sempre da interpretação da norma legal – o que é, aliás, a função precípua dos magistrados. Além disso, existem poderosos interesses políticos por detrás desse julgamento.
A isso se soma a circunstância de que o STF tem hoje, e terá no futuro próximo, uma composição diferente daquela que decidiu majoritariamente pela condenação dos réus do mensalão.
Tudo isso indica que não se pode deixar de considerar a hipótese de que venham a ser aliviadas as penas originalmente impostas aos mensaleiros, poupando alguns deles – e não é difícil adivinhar quais – pelo menos do cumprimento da fase inicial da pena em regime fechado.
Diz a sabedoria popular que quanto maior a altura, maior o tombo. Ao contrariar todos os prognósticos e, numa decisão histórica, condenar figurões da política pela compra de apoio parlamentar para o governo de turno, o STF levou às alturas o brio e o orgulho cívico dos brasileiros que entendem que a coisa pública deve ser espaço privativo de homens honrados e, com a mesma convicção, acreditam que numa sociedade democrática todos são iguais perante a lei.
A reversão dessas expectativas no emblemático caso do mensalão, se ocorrer, terá o efeito inevitável e absolutamente lamentável de fazer despencar das alturas a que foram alçados nesse episódio tanto o prestígio da Suprema Corte quanto a recuperada fé dos brasileiros no manto protetor da Justiça.
A construção de uma sociedade justa e desenvolvida não é responsabilidade apenas do poder público. É meta inatingível sem a adesão de toda a sociedade, que só supera a tendência natural do indivíduo de, na adversidade, pensar antes em si próprio, se realmente acreditar nos valores a serem perseguidos e tiver fé naqueles que a conduzirão nessa jornada. O descrédito nos governantes é um atalho para o caos.
Assim, a recente decisão de Joaquim Barbosa significa mais um revés para os mensaleiros e a confirmação de que a Suprema Corte continua dando uma contribuição importante para manter o País no rumo da verdadeira Justiça.
Mas ela não é a palavra final nesse lamentável e rumoroso episódio, o maior escândalo da história recente da política brasileira. É aí que reside o perigo.

Mais da metade da população não tem acesso a internet - Matéria publicada no Estadão.



Imagem retirada da internet, link aqui.

Mais da metade da população não tem acesso à internet.

Dados da pesquisa Pnad do IBGE mostram que a proporção de pessoas que utilizaram a internet passou de 20,9% em 2005 para 46,5% em 2011

16 de maio de 2013 | 10h 00
O Estado de S. Paulo
RIO - O aumento da renda, o acesso ao de mercado de trabalho, o crédito fácil e a perda do "medo" da tecnologia entre os mais velhos foram fatores decisivos para a inclusão digital no País, entre 2005 e 2011, porém mais da metade da população de 10 anos ou mais de idade ainda não tem acesso à internet. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2011 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a proporção de pessoas que utilizaram a internet passou de 20,9% para 46,5%.
Em seis anos, houve um aumento de 45,8 milhões de internautas - média de quase 21 mil por dia. Utilizaram a internet no período de três meses antes da data da entrevista 77,7 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais de idade, em 2011.
Embora ainda sejam as mais resistentes à rede mundial de computadores, as pessoas de 50 anos em diante tiveram peso decisivo no aumento da legião de internautas: passaram de 7,3% para 18,4% do total da população nesta faixa etária. Em números absolutos, foi o maior crescimento, passando de 2,5 milhões de usuários nesta faixa etária para 8,1 milhões - crescimento de 222%.
Outro crescimento significativo aconteceu no outro extremo, com os internautas de 10 a 14 anos. Em 2005, 24,3% das crianças acessavam a internet, proporção que saltou para 63,6% em 2011.
A pesquisa levou em consideração apenas os acessos à internet por computador, não houve perguntas sobre acesso por meio de telefones celulares e tablets.
"A inclusão digital se dá sem medo entre os jovens. Entre os mais velhos, demora um pouco, mas é crescente, inclusive para acesso a banco, para declarar imposto de renda", diz o coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, Cimar Azevedo.
Embora a renda seja um fator importante de acesso à internet, é interessante notar que as mulheres jovens, que têm renda menor que os homens, porém maior escolaridade, estão mais na rede mundial de computadores do que os homens. E há mais usuários da internet na população com renda de 3 a 5 salários mínimos do que entre os que ganham mais de 5 salários mínimos. A explicação é que a faixa mais rica da população é também a faixa mais velha, ainda "engatinhando" no mundo virtual.
Os técnicos do IBGE chamam atenção para o grande salto entre os alunos da rede pública que passaram a ter acesso à internet no espaço de seis anos. A pesquisa não investigou o local de acesso (se o trabalho, a residência, a escola ou locais públicos como bares e lan houses) e por isso não é possível associar o crescimento à distribuição de computadores nas escolas públicas, mas, para Cimar Azevedo, é um forte indicativo da inclusão digital entre os mais pobres. Em 2005, apenas 24,1% dos alunos da rede pública usavam a internet, proporção que cresceu para 65,8% em 2011.



12 de mai. de 2013

Recordações. E a vida continua...




As recordações invadem minha alma,
Nem sempre foi assim,
Seu sorriso fácil suas boas-vindas eram para mim
Um alento, um lugar no paraíso.

Lembro-me da sua preocupação,
Do seu “estar-se solidária”,
Do receber-me no portão,
Do seu perguntar, do seu exigir do amor que teima em “controlar” tudo em minha vida,
Você não sabia, mas dessa forma mesmo relutante, sentia-me protegido, seguro, amado,
As despedidas eram breves e alegres, no outro dia eu sabia que próximo a ti estaria.

Você nada exigia apenas e tão somente você queria,
Participar estar junto aos seus,
Minha alegria era infinita, imensurável como o tempo,

A vida muda, os caminhos por capricho do destino,
São reescritos, coadjuvantes que somos nessa vida,
Não nos cabe mudar o destino, apenas cumpri-lo.

A vida não parece justa, nem tão pouco bela
Não bastava ter tirado uma da minha vida foi mais cruel, foi além,
Conseguiu duas tirar,


Primeiro a minha querida irmã um carcinoma a levou,
A vida parou para que eu respirasse  por longos 10 meses. Outra tacada vil, dessa vez minha Mãe foi "levada" logo ela que era o sustentáculo para a tempestade que enfrentávamos. 

Não pensei que um dia seria assim,
Não imaginava o quão finita poderia ser a existência,
E como a vida poderia ficar sem sentido,
Sinto falta do seu abraço, do seu sorriso da cumplicidade que existia,
Hoje homem feito ainda procuro nas minhas recordações um pouco do seu colo, da sua proteção.

Não encontro mais esse lugar, existe apenas um enorme vazio,
Sei que você descansa plácida, inerte,
Estando viva apenas em minhas memórias,
No seu túmulo apenas um nome,
Um conjunto de letras cujo significado aos outros,
Parece tão igual, tão comum.

Eu tenho me perguntado:
_E agora por onde,  e como recomeçar?

Vou caminhando querida irmã e mãe teimando com a saudade e   em alguns momentos plagiando o grande poeta Cazuza dizendo a mim mesmo: "A vida não para", 
Vivas estão em minhas memórias.
  
-Querida Mãe, e irmã!
Não sei se nos encontraremos um dia, se isso acontecer abraçarei-as olharei dentro  dos seus olhos, e direi à vocês,

Que falta vocês fazem!

As minhas queridas e amadas irmã e mãe, falecidas em 2004.

21 de abr. de 2013

Mais do mesmo.




Imagem retirada da internet,link aqui.

Vi um rapaz dos seus 40 e poucos anos deitado na calçada de uma avenida com grande fluxo de pessoas, coberto por um cobertor azul, uma mochila preta como travesseiro. Esse conjunto de informações indicava que ele deveria ter passado a noite por ali. Bem próximo um vira lata marrom claro que lhe fazia companhia. Não que cenas como essa não emoldurem o cotidiano das grandes cidades, Araçatuba nem é tão grande assim mas, infelizmente, começa a se repetir por aqui cenas mais comuns nas grandes cidades. 

Reduzi as pedaladas, pensei em tirar uma foto com o celular para ilustrar esse post que na minha cabeça nascia. Cheguei a diminuir a marcha, pedalei mais um pouco e me dei conta que o exporia a um constrangimento muito maior do que ele já passava ali. Não resolveria o problema dele e eu ainda seria muito mal interpretado.

Muitos outros passaram por ali, presenciaram a cena, e nada fizeram. Por que?  

"O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más, mas a indiferênça  e o silêncio das pessoas boas”.
Martin Luther King

Continuei rumo ao trabalho que ainda estava longe. No caminho foram surgindo muitas questões. A que não quis calar foi: Esse tipo de situação não é tão incomum assim, porque afinal me escandalizei?

Por que tenho casa, emprego, formação acadêmica e um meio de locomoção? Por que a dignidade humana é bonita apenas quando falada e deveria ir além do papel ou de algum discurso, ou simplesmente porque não efetivamos aquilo que imaginamos ser o correto?

Sabemos pelas mídias, que milhões de reais são aplicados para tornar a vida dos menos favorecidos melhor, porque então de fato isso não acontece? Comentei aqui de um caso isolado, mas com certeza devem existir outros tantos espalhados nas ruas das muitas cidades do no país.

Será que o colega deitado na calçada já gastou a sua parte? Ou será que ele se esqueceu  de passar no banco e sacá-la? Pode até ser um caso isolado de alguém que tomou "todas e mais algumas" e não conseguiu chegar em casa. Será que ele tem casa? 

23 de mar. de 2013

A presidente inventou que o Papa consegue entender até dilmês com sotaque cucaracha


Imagem retirada da internet, link aqui,

Não resisti e posto na íntegra o texto escrito pelo jornalista Augusto Nunes publicado no site da veja (Fonte:http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/ )

Um primor com muito humor. Leiam, reflitam e como não há o que fazer divirtam-se.

Augusto Nunes -  Direto ao Ponto- 22/03/2013 às 6:42.


Pelo que disse Dilma Rousseff na entrevista coletiva em Roma, a conversa de meia hora com o Papa Francisco foi tão cordial que só não o chamou de Chico para não matar Lula de inveja. Confira  os melhores-piores momentos do palavrório em dilmês castiço, extraídos do vídeo de cinco minutos (sem dublagem nem legendas) e publicados sem correções nem retoques:

O PAPA E O BRASIL MARAVILHA

“Ele é uma pessoa extremamente carismática e, ao mesmo tempo, cum grande compromisso com os pobres, o que torna a relação com o Brasil uma relação muito importante para nós porque o governo brasileiro vem aos últimos 10 anos, a partir do Lula, focando a questão da superação da pobreza. E é uma política de Estado, eu inclusive, expliquei para ele como é que nós estamos, e ele conhecia bastante bem, não é, não houve nenhuma surpresa da parte dele, ele sabia o que nós estávamos fazeno”

O PAPA E O PAPELEIRO

“Uma coisa que para mim foi muito interessante, ele falou que teve um papeleiro, vestido de papeleiro. Papeleiro é o nosso catador de papel. Ele trabalhava com o papeleiro e teve um papeleiro aqui no dia da entronização representando os papeleiros argentinos e eu falei para ele que nós geralmente fazemos, como vocês sabem, o nosso Natal, nós fazemos uma missa sempre na época do Natal com os papeleiros”

O PAPA E OS JOVENS

“No que se refere à nossa Jornada Mundial da Juventude, a importância da juventude na construção do futuro da humanidade, e a Igreja como uma instituição secular tem no jovem, né, uma… um  foco muito grande e ele estava me dizeno que ele espera uma presença grande dos jovens na medida em que ele é o primeiro papa, ele é várias coisas primeiro: ele é o primeiro Francisco, o primeiro jesuíta, o primeiro latino-americano, o primeiro argentino, e ele espera a presença massiva de jovens. Nós conversamos …  muito entusiasmado … nós conversamos sobre a questão dos jovens, sobre essa questão das drogas, do crack, do reforço de valores, de princípios e de símbolos para a juventude”

O PAPA EM APARECIDA DO NORTE

“Ele me disse que ele vai a… vai comparecer a Aparecida, ele vai, logo depois da grande participação dele ir em Aparecida e até me lembrou que em 2007 ele esteve em Aparecida e me deu, inclusive, um livro que é a síntese do que eles fizeram em Aparecida em 2007, que foi uma conferência de bispos latino-americanos. E me disse assim: “Você não lê tudo, porque você pode se aborrecê. Então ocê pegue o índice e olhe os assuntos que te interessá vai lendo aos poucos”

O QUE DILMA ESPERA DO PAPA

“Eu acho que ele será um papa muito importante para o momento em que todos nós vivemos”

17 de mar. de 2013

A Múmia.



Imagem retirada da internet, link aqui,

Um verdadeiro "peteleco" a falta de bom senso de alguns. Espero que nem todos os Venezuelanos sejam, pensem e ajam como o falecido presidente. Vale a pena ler!

PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA QUINTA-FEIRA

Retirado do link: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/a-mumia-a-critica-e-a-revolucao-por-demetrio-magnoli/

DEMÉTRIO MAGNOLI

Segundo assessores, Lula e Dilma Rousseff interpretaram a decisão de embalsamar o cadáver de Hugo Chávez como, essencialmente, uma estratégia eleitoral. Eles olham para outro lado, evitando confrontar a incômoda realidade que, cedo ou tarde, assombrará o Brasil. A múmia em Caracas é o indício inconfundível de uma regressão histórica da esquerda latino-americana e, além disso, um sinal agourento de que os sucessores do caudilho não pouparão a Venezuela do trauma da implantação de uma “ditadura bolivariana”.
A mumificação deliberada expressa uma exaltação do desejo de permanência. No antigo Egito, o corpo do morto devia ser embalsamado para que ele vivesse eternamente, a fim de conhecer Osíris, a divindade da vida após a morte. Na política laica contemporânea, a prática tem um sentido radicalmente diferente, pois não se destina a promover um interesse do morto, mas a exercer influência sobre os vivos. O morto deve ser eternizado a fim de aprisionar o presente na jaula do passado, impedindo que a vida siga adiante.
“O corpo do presidente Chávez será embalsamado como Lenin e Mao”, anunciou Nicolás Maduro, o sucessor designado. Nada indica que Vladimir Lenin desejasse ser convertido em múmia e Mao Tsé-tung deixou assinada uma ordem para sua cremação. Os dois líderes revolucionários consagraram-se ao empreendimento intelectual de embalsamar o pensamento de Karl Marx, mas, justamente por isso, rejeitavam a ideia de que, um dia, eles mesmos viessem a ser circundados pelo halo do sagrado. Ao contrariar a vontade derradeira dos líderes mortos, enquanto juravam fidelidade imorredoura a seus ensinamentos, os sucessores inseguros almejavam congelar a vida política, perenizando-se no poder.
Crítica da economia política é o subtítulo de O capital. A palavra “crítica” permeia os textos de Marx. O suposto inspirador dos líderes mumificados no Kremlin e na Praça da Paz Celestial inscreve-se na linhagem do pensamento iluminista: a “crítica”, em Marx, é um movimento racional de recepção, interpretação e superação da tradição intelectual. O estabelecimento de uma “verdade marxista” e sua calcificação como doutrina oficial representam a negação do núcleo do pensamento “marxista”. O mausoléu de Lenin, uma construção em granito reminiscente da tumba do imperador Ciro II, e o de Mao, com sua fachada em colunas neoclássicas, são símbolos apropriados de regimes bárbaros, apoiados sobre a bengala da violência política sem freios e devotados à supressão extensiva da crítica.

Marx não foi, contudo, exclusivamente um pensador. Existe um outro Marx, o doutrinário comunista, cujas ideias podem funcionar como fonte de legitimação da barbárie totalitária. “Os filósofos se limitaram até hoje a interpretar o mundo; cabe transformá-lo” ─ a última das Teses sobre Feuerbach proclama, no fim das contas, que a revolução social é o critério definitivo a respeito da verdade. A frase célebre foi eternizada na parede de mármore do saguão da Universidade Humboldt, em Berlim, pelos dirigentes da antiga Alemanha Oriental. Eles estavam dizendo que o poder estatal comunista era a culminância da filosofia, a estação final do pensamento humano. A reverência absoluta diante da verdade oficial: eis a exigência simbolizada na mumificação de Lenin, Mao e, agora, Chávez.

10 de mar. de 2013

Os Miseráveis





Imagem retirada da internet, link aqui.

Final de semana começando, mil coisas por fazer, mas a sessão de cinema em casa não pode faltar.

Não é bem um “cinema” está mais para “rome tiater”. 

Dessa vez loquei um dos bons e como de costume gosto de compartilhar. O filme em questão é Os miseráveis (título original: “Les Misérables” produção britânica de 2012 tendo sido lançado no Brasil em Fevereiro/2013- Produzido pela  Working Titles Films e Distribuído pela  Universal Pictures.
Sinopse 
(retirada da Wikipédia- http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Miser%C3%A1veis_%282012%29). 

A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo e os motins de junho de 1832. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe).

Enquanto isso, do outro lado da França, Fantine (Anne Hathaway) enfrenta uma grande luta com sua filha Cosette. Ao viajar para o interior do país, a mãe deixa a menina com o casal Thénardier (Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen), que maltratam a criança, a fazem de escrava e roubam seu dinheiro. Enquanto isso Fantine arranja emprego no interior, manda dinheiro para sua filha, enquanto o casal cobra cada vez mais e mais. Um dia um funcionário da fábrica descobre que a mesma tem uma filha ilegítima, e a expulsam do emprego em que trabalha. Desolada, e sem jeito de conseguir dinheiro, ela vende os invejados cabelos e dentes, e com mais cobrança dos vilões, ela se prostitui, porém está com Tuberculose.
 
Vale muito apena assistir! Aos mais sensíveis, recomendo um lenço absorvente e muito grande. O filme realmente emociona. Excelente figurino, atores de primeira linha, músicas envolventes um conjunto realmente muito bom.

O trailer abaixo foi retirado do Youtube, dá um gostinho do que te espera quando locá-lo.




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