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Entregue por:FeedBurner/Cidadão Araçatuba

28 de out. de 2012

As urnas não mentem.

Imagem retirada da internet, link aqui.

Ainda estou de ressaca pelo resultado eleitoral na minha cidade. Um dilema se instalou na minha cabeça logo após o resultado do pleito eleitoral fiquei assim sem entender muito bem o que aconteceu. 

Os que venceram (como sempre quando se vence) acham o resultado justo. Limito-me a observar o resultado enquanto cidadão. Politicamente pouco ou quase nada poderia fazer. O importante é que a minha parte eu fiz. Votei e votei consciente! 

A democracia quando é plena não há o que discutir.  O que me consola é que obtive algum êxito na escolha do “meu” vereador dou-me portanto, “meio satisfeito”.

Os partidos evoluem cada vez mais no quesito marketing. Alguns produzem material com características hollywoodianas. Foi assim em Araçatuba em algumas campanhas. Quem tem em mão$ essa po$$ibilidade consegue além de manipular a "ma$$a" vencer facilmente os adver$ário$. Vale aqui a máxima: “Quem conta um conto aumenta um ponto”  e esse rendeu ao primeiro colocado 8.000 votos a mais.

Político em horário eleitoral é um ator. Ele não faz política faz uma atuação dramática e o resultado é que a cidade fica linda na propaganda. É claro que ainda existem partidos que não possuindo um caixa gordo fazem aquelas propagandas "chinfrim". Mas esse cenário vai mudar e em breve todos os partidos caminharão para a profissionalização na política (em termos de propaganda pelo menos).

A população perde, afinal eleger atores não dá nenhuma certeza de que a cidade será administrada com a competência pois como sabemos, são coisas distintas. 

30 de set. de 2012

A escola, o vídeo e a ponte para o conhecimento.

Fachada do prédio da escola da ponte em Vila das Alves - Distrito do Porto -  Portugal.

Tomei conhecimento dessa entrevista recentemente em virtude de minha esposa (que é educadora)  tê-la visto em uma reunião que aconteceu na escola em que trabalha com os funcionários. 

Ela ficou maravilhada com o vídeo, comentou sobre ele e como Rubem Alves é uma pessoa especialíssima. Tamanha foi sua empolgação que assistimos  toda a entrevista em casa. 

Além de teólogo, psicanalista, filósofo e  educador, é uma figura sensacional de ver e ouvir. Antônio Abujamra (seu entrevistador) é maravilhoso, inteligentíssimo e faz jus ao nome do programa que se chama Provocações. Afinal, ele é um provocador sem dúvida. 

O vídeo apresentado aos funcionários falava entre outras coisas sobre uma escola cujo método revolucionário de ensino está além da nossa capacidade de entender o ensino. 

Contraria muitas ideias já fundamentadas no nosso pretenso sistema educacional. 

Uma pequena noção do que seria isso posto aqui com base numa entrevista feita à José Pacheco (diretor da escola) pelo portal educacional, cuja entrevista completa pode ser lida aqui: http://www.educacional.com.br/entrevistas/entrevista0043.asp::


Pergunta - No padrão criado pela Escola da Ponte, os alunos decidem o que estudar, montam grupos de interesse e trabalham orientados por professores, não é?

Resposta - "Efectivamente, são os alunos que decidem. E os professores estão lá, atentos e disponíveis. Quando compreendemos que cada criança é um ser único e irrepetível, que seria errado imaginar a coincidência de níveis de desenvolvimento, concluímos que não seria inevitável pautar o ritmo dos alunos pelo ritmo de um manual ou pela homogeneização operada pelos planos de aula destinados a um hipotético aluno médio. E avançámos com uma outra organização da escola, uma outra relação entre os vários grupos que constituem a equipa educativa (pais, professores, alunos, pessoal auxiliar), um outro modo de reflectir as práticas. Passou-se de objectivos de instrução a objectivos mais amplos de educação. Este projecto sugere um modelo de escola que já não é a mera soma de actividades, de tempos lectivos, de professores e alunos justapostos. É uma formação social em que convergem processos de mudança desejada e reflectida, um lugar onde conscientemente se transgride, para libertar a escola de atavismos, para a repensar. Não é um projecto de um professor, mas de uma escola, pois só poderemos falar de projecto quando todos os envolvidos forem efectivamente participantes, quando todos se conhecerem entre si e se reconhecerem em objectivos comuns. Não há escolas-modelo, mas há referências que poderão ser colhidas neste projecto como em tantos outros anonimamente construídos, cujo intercâmbio urge viabilizar. Nos últimos cinco ou seis anos, outras escolas se acercaram de nós: umas movidas pela curiosidade; outras, por outras boas razões. Poderemos já falar de uma "rede de escolas", que também já chega ao Brasil." (grifo meu).


A figura do professor como orientador e não como detentor do conhecimentoFantástico não é?

16 de set. de 2012

Divagações com um pouco de tudo.

Imagem retirada da internet. Link aqui,

O sistema de saúde como um todo melhorou. As equipes móveis do “saúde para a família” visitam os mais necessitados nos bairros. Prestam assistência básica médica e quando aqueles não necessitam de tratamento a equipe realiza agendamento de consultas nos postos de saúde, É o ideal? Sabemos que não, mas na atual conjuntura já é alguma coisa.

Longe do modelo ideal a saúde caminha devagar. Exames complexos e cirurgias são mais difíceis de serem agendados e mesmo quando o são demoram a serem executadas. Em alguns casos o paciente morre antes de ser atendido. Culpa de quem? Falta dinheiro?

O orçamento da pasta da saúde no âmbito federal é astronômico. A estrutura é pesada e burocratizada. Falta o que então? Respondo: Gestão e em outros casos muita vontade política, gasta-se muito onde não se precisa e investe-se pouco onde é necessário. 

Gostam de estatística? Vamos lá então...
IDSUS (Índice de Desempenho do SUS) de Araçatuba. Acima e colado a tabela, como ele é calculado. Em amarelo dados do nosso município. A tabela completa pode ser acessada em:  http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1080 entrando na página, clique em: Indicadores por município.

2 de set. de 2012

Matéria - PIB foi bom. Falta investir. Por Alberto Tamer

Imagem retirada da internet, link aqui.

ALBERTO TAMER - O Estado de S.Paulo 02/09/2012.
Agosto veio como se esperava, um PIB de 0,4% e decisões importantes do governo que, se complementadas rapidamente, podem dar inicio à recuperação nos próximos meses. Vieram mais desonerações tributárias para vários setores, como indústria automobilística, que evitou uma queda maior do PIB industrial, linha branca, e equipamentos. Mais significativo foi o estímulo para a construção civil, grande empregadora de mão de obra e matérias-primas, que vinha desacelerando.
O que falta. De tudo o que foi previsto, ficam para este mês a desoneração da folha de pagamento para mais setores e a redução de impostos que incidem sobre o custo da energia elétrica, medidas que a presidente promete para as próximas semanas. Um sinal positivo é que o governo reservou R$ 1,5 bilhão no orçamento de 2013 para novas desonerações. Dinheiro carimbado, diz o ministro da Fazenda. Isso a redução de juros negativos do BNDES para alguns tipos de financiamento de 2,5% e uma taxa media real, sem inflação de 2%.
Tudo mudou. Pode-se dizer que agosto foi o mês em que a política econômica do governo mudou para melhor. O fato mais significativo foi a decisão de retomar as privatizações abrindo espaço para o setor privado investir em áreas da infraestrutura até agora sob o domínio inoperante do Estado. Não foi apenas um passo ou uma leve mudança; foi um grande passo que o governo hesitava em dar. Falta agora complementá-los agilizando as licitações. Se há alguma critica, é porque não vieram antes.

26 de ago. de 2012

Pastelão, tornozeleiras e um monte de coisas inúteis.

Imagem retirada da internet, link na mesma.

Editorial veiculado no Folha da Região em: 15/08/2012 intitulado “Saídas temporárias para exercitar a criminalidade” caiu como uma bomba de efeito moral em minha mente. Como somos tolos!


Enquanto nos preocupamos em tocar a vida outros pensam em como torná-la pior. 

Esse é o raciocínio correto amigos. Pior do que isso é a falta de participação da sociedade que ainda não aprendeu a cobrar de forma efetiva os nossos governantes, medidas que sejam inteligentes e eficazes para nos proteger dos “amigos do alheio”.


A questão de segurança pública é o calcanhar de aquiles de todos os governos. 

Muitos políticos se elegem carregando essa bandeira, mas depois de eleitos pouco ou quase nada é feito. A questão como bem sabemos é estrutural. Prender não adianta. Prendendo o próprio sistema prisional transforma a grande maioria dos presos recém chegados em "alguma coisa" muito pior do que eles eram. Via de regra um ou outro se salva, paga pelo crime e volta "melhor" para a sociedade, afinal não podemos generalizar.

São esses os meios mais fáceis encontrados pelo governo se fazer presente perante a sociedade. Até porque, precisam demonstrar onde os milhões de reais arrecadados em impostos são aplicados. 

Afinal onde sãoNa nossa falida segurança pública. Reparam em quem assume a pasta de segurança pública? Na maioria da vezes e um militar ou ex militar. Porque?

Por que o senso comum diz que ele deve saber muito sobre segurança o suficiente para poder administrar essa pasta. 

Vejam o contrasenso: Dizemos que a policia de forma geral carece de preparo material, humano e psicológico, como podemos imaginar que esse camarada saído desse meio pode ser bom a ponto de gerenciar uma pasta tão estratégica e complexa como é a de segurança pública? Você pode pensar: - Mas ele é treinado no meio. Respondo: será?

A palavra chave amigos é: Educação. Preventiva, efetiva e eficaz.

29 de jul. de 2012

Causos II


A nova máquina de votação com identificação digital.
As velhas e novas raposas já saíram da toca. Muitas serão abatidas logo de cara, entenda-se como "abatidas" o fato de não conseguirem a votação necessária para permanecer no páreo. 


Outras, porém, terão uma sobrevida chegando ao segundo turno, que com certeza acontecerá esta é a minha opinião.



Existem muitas coisas interessantes no período pré-eleitoral, destacaria os jingles e as fotos dos candidatos. Nesse "circo de horrores" em que já mergulhamos as fotos dos candidatos, é um capítulo à parte. Já repararam nelas?


É gente nova que parece mais nova ainda (fotochópi uai!) é gente "véia" e feia que quer parecer mais bonita e a grande maioria dos candidatos com aquele enorme sorriso amarelo. 


Não sei se de vergonha, ou de "sem vergonha" mesmo! A vida é bela! E os apelidos? 


É fulano não sei de onde, o outro é daquele sindicato, outro daquela autarquia, outro é da educação...

A turma dos carros e motos de som já  trafegam á toda, tirando nosso sossego com a sua  mensagem. Poluição sonora sem dúvida! Alguns “jingles” são interessantes de tão horríveis que são. Não seguem nenhuma sequência lógica e melódica, ficam repetindo frases para que as últimas palavras rimem. 

Os "sucessos" musicais da última temporada já foram transformados e agora receberam as promessas dos novos candidatos. Se algumas músicas eram insuportáveis, imagina agora... Já achei candidato que usou o eu Quero Tchu, eu Quero Tcha para o meu desespero.  Só faltava o camarada da saveiro preta (clique aqui e leia!) incorporar o jingle também! Kkk!

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