Fake
("falso" em inglês) é um termo
usado para denominar contas ou perfis usados na Internet para
ocultar a identidade real de um usuário. Para isso, são usadas identidades de
famosos, cantores , personagens de filme ou até mesmo outras pessoas anônimas.
Visitando alguns blogs, li um artigo interessante que discorria entre outras coisas sobre
amizades na internet e fala-se muito em blogs sobre
isso.
Alguns trazem receitas
prontas, dizendo com todas as letras como devemos proceder nessa ou naquela
rede social. Como se portar e se relacionar com os “amigos virtuais" ; seus
fracassos, sucessos, desentendimentos, e por aí vai.
Gosto de ler, isso é
o meu combustível para ler de tudo, inclusive alguns pontos de vista por mim
entendidos como equivocados e pretensamente (leia-se maldosamente) embasados.
Na internet, propagava-se até alguns anos atrás que seria terra de ninguém hoje,
porém, sabemos que essa definição faz parte do senso comum e que somos sim
responsáveis e podemos até ser responsabilizados por aquilo que escrevemos e
lógico... postamos.
Alguns exercem esse direito
de escrever com elegância, inteligência e sabem acima de tudo, respeitar o leitor. Outros porém parecem verdadeiros camaleões.
Ninguém é o dono da verdade
e aquilo que para nós é uma irrefutável verdade, pode ser para outro, um enorme
engodo.
Nessas disputas, a justiça
pode iluminar e escolher aquela parte que melhor apresente seus argumentos e o
fazendo, saia vencedora do embate.
Não é esse o foco!
Iniciei o texto criando um
gancho para poder dizer que somos diferentes, temos tempos diferentes, agimos
diferente e não faria sentido nenhum (pelo menos para as pessoas de bom senso)
julgar um “livro pela capa” ou uma pessoa por aquilo que achamos ser o correto.
Algumas pessoas não tem
limites, confundem as coisas, querem ir muito rápido chafurdando em tudo para
aproximar-se do novo amigo virtual. Não representamos o tempo todo, mas na
internet alguns de nós somos mais delicados, frágeis, interessados... Na vida real, os limites já vem traçados e delimitados e vamos cotidianamente conquistando as
fronteiras para avançar naqueles relacionamentos que valham a pena. Ao meu ver, deve ser assim.
Relacionamo-nos com colegas
de trabalho de uma maneira, com parentes próximos de outra, com amigos de outra
forma. Não acredito que relacionamentos virtuais nasçam prontos e amadurecidos.
Entendo que leva um tempo para que amigos virtuais tornem-se realmente amigos e
esse tempo juntos na rede com certeza elevará esse relacionamento para o
“real”..
É saudável que tenhamos
nosso espaço. Nem mesmo o cônjuge, namorado ou qualquer outra pessoa do nosso
convívio próximo, utilize-se de todo o nosso espaço sufocando-nos.
Essa regra, tem que valer
também para relacionamentos virtuais.Tem pessoas que querem monopolizar nossa
atenção o tempo todo. Seja no facebook, nos blogs, via e-mail, exigindo atenção
quase a nível de carência. Melodramático, chato, inconveniente!
Existem exceções... mas são
exceções!
Pessoalmente, respeito e
gosto que respeitem essa tênue linha.Tenho amizades que foram cultivadas na
internet e hoje são “reais” outras porém não conseguiram ir adiante. Entendo
que alguém no caso em questão desrespeitou alguma regrinha, ou simplesmente não
encontrou a “compatibilidade” necessária. A vida continua....
Não podemos sair dando
tijoladas simplesmente porque achamos que todos tem que nos entender e aceitar.
Se bem que são coisas distintas, explico: Posso entender sem aceitar e aceitar
sem entender.
Por Isso acredito que certas
coisas devem ser esquecidas, temos que fazer uma autoanálise e não disparar a
esmo. Afinal o que é ser normal? Quem sabe?