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3 de fev. de 2013

Fake eu?


Fake ("falso" em inglês) é um termo usado para denominar contas ou perfis usados na Internet para ocultar a identidade real de um usuário. Para isso, são usadas identidades de famosos, cantores , personagens de filme ou até mesmo outras pessoas anônimas.

Visitando alguns blogs, li um artigo interessante que discorria entre outras coisas sobre amizades na internet e fala-se muito em blogs sobre isso.

Alguns trazem receitas prontas, dizendo com todas as letras como devemos proceder nessa ou naquela rede social. Como se portar e se relacionar com os “amigos virtuais" ; seus fracassos, sucessos, desentendimentos, e por aí vai.

Gosto de ler,  isso é o meu combustível para ler de tudo, inclusive alguns pontos de vista por mim entendidos como equivocados e pretensamente (leia-se maldosamente) embasados. 

Na internet, propagava-se até alguns anos atrás que seria terra de ninguém hoje, porém, sabemos que essa definição faz parte do senso comum e que somos sim responsáveis e podemos até ser responsabilizados por aquilo que escrevemos e lógico... postamos.

Alguns exercem esse direito de escrever com elegância, inteligência e sabem acima de tudo, respeitar o leitor. Outros porém parecem verdadeiros camaleões.
Ninguém é o dono da verdade e aquilo que para nós é uma irrefutável verdade, pode ser para outro, um enorme engodo.

Nessas disputas, a justiça pode iluminar e escolher aquela parte que melhor apresente seus argumentos e o fazendo, saia vencedora do embate.

Não é esse o foco!

Iniciei o texto criando um gancho para poder dizer que somos diferentes, temos tempos diferentes, agimos diferente e não faria sentido nenhum (pelo menos para as pessoas de bom senso) julgar um “livro pela capa” ou uma pessoa por aquilo que achamos ser o correto.

Algumas pessoas não tem limites, confundem as coisas, querem ir muito rápido chafurdando em tudo para aproximar-se do novo amigo virtual. Não representamos o tempo todo, mas na internet alguns de nós somos mais delicados, frágeis, interessados... Na vida real, os limites já vem traçados e delimitados e vamos cotidianamente conquistando as fronteiras para avançar naqueles relacionamentos  que valham a pena. Ao meu ver, deve ser assim.

Relacionamo-nos com colegas de trabalho de uma maneira, com parentes próximos de outra, com amigos de outra forma. Não acredito que relacionamentos virtuais nasçam prontos e amadurecidos. Entendo que leva um tempo para que amigos virtuais tornem-se realmente amigos e esse tempo juntos na rede com certeza elevará esse relacionamento para o “real”..
É saudável que tenhamos nosso espaço. Nem mesmo o cônjuge, namorado ou qualquer outra pessoa do nosso convívio próximo, utilize-se de todo o nosso espaço sufocando-nos.

Essa regra, tem que valer também para relacionamentos virtuais.Tem pessoas que querem monopolizar nossa atenção o tempo todo. Seja no facebook, nos blogs, via e-mail, exigindo atenção quase a nível de carência. Melodramático, chato, inconveniente!

Existem exceções...  mas são exceções!

Pessoalmente, respeito e gosto que respeitem essa tênue linha.Tenho amizades que foram cultivadas na internet e hoje são “reais” outras porém não conseguiram ir adiante. Entendo que alguém no caso em questão desrespeitou alguma regrinha, ou simplesmente não encontrou a “compatibilidade” necessária. A vida continua....

Não podemos sair dando tijoladas simplesmente porque achamos que todos tem que nos entender e aceitar. Se bem que são coisas distintas, explico: Posso entender sem aceitar e aceitar sem entender.

Por Isso acredito que certas coisas devem ser esquecidas, temos que fazer uma autoanálise e não disparar a esmo. Afinal o que é ser normal? Quem sabe?




23 de dez. de 2012

Aos que acreditam... "Voy a ser feliz, porque es bueno para la salud".

Imagem retirada da internet, link aqui.

O meu muito obrigado aqueles que me visitaram, aqueles que comentaram, participaram, ou apenas deram uma "olhadela" no blog . Do fundo do  meu coração é o que desejo a todos.

Letra Amor para Recomeçar - Frejat

Eu te desejo não parar tão cedo
Pois toda idade tem prazer e medo
E com os que erram feio e bastante
Que você consiga ser tolerante
Quando você ficar triste
Que seja por um dia, e não o ano inteiro
E que você descubra que rir é bom,
mas que rir de tudo é desespero

Desejo que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor pra recomeçar
Pra recomeçar

Eu te desejo, muitos amigos
Mas que em um você possa confiar
E que tenha até inimigos
Pra você não deixar de duvidar
Quando você ficar triste

Que seja por um dia, e não o ano inteiro
E que você descubra que rir é bom,
mas que rir de tudo é desespero
Desejo que você tenha quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor pra recomeçar
Pra recomeçar

Eu desejo que você ganhe dinheiro
Pois é preciso viver também
E que você diga a ele, pelo menos uma vez,
Quem é mesmo o dono de quem

Desejo que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor pra recomeçar
Pra recomeçar
Pra recomeçar.

Link: http://www.vagalume.com.br/frejat/amor-pra-recomecar.html#ixzz2Fsd8tsPo

Frejat - Apresentação no Rock in Rio 2011 - Música: Amor para Recomeçar.

16 de dez. de 2012

Vários tons de cinza em 2013. Artigo escrito por: Alkimar R. Moura e Antonio C. Manfredini Oliveira

Ilustração deste blog. Imagem retirada da internet, link aqui.

Excelente artigo publicado no Estado de São Paulo, vale a pena ler!



Na história recente do Brasil, poucos anos apresentaram desafio tão intratável     para a construção de cenários econômicos quanto 2013.

As dificuldades de realizar tal exercício para 2013 são muitas, começando por entender a situação da economia do País no final de 2012, com a surpreendente combinação de desaceleração do crescimento do PIB, inflação acima do centro da meta e um mercado de trabalho com indícios de plena ocupação. Esse cenário indigesto não fazia parte das previsões para este ano, realizadas há um ano pelos analistas do setor privado, do setor público e do mundo acadêmico.

Parece haver relativo consenso de que o desempenho recente da economia foi determinado por fatores ligados à demanda agregada. O mais significativo componente para explicar o crescimento do PIB parece ter sido a expansão do consumo das famílias e dos indivíduos, movido pelo incremento do emprego, da renda e,sobretudo, o notável crescimento do crédito bancário (grifo meu). Mas tal ciclo de expansão esbarra em limites definidos, seja do lado da demanda de crédito, pelo comprometimento da renda familiar com encargos do endividamento, seja pelo lado da oferta, pelo aumento da taxa de inadimplência sobretudo entre novos tomadores de empréstimos. Não se pode esperar, pois, a repetição do movimento de consumo movido a crédito para 2013.

O componente demanda do setor público enfrenta restrições ligadas à necessidade de geração de superávit primário. Do lado externo, pesam sobre a economia global três incógnitas interdependentes: a resolução do “abismo fiscal” dos EUA, a crise da dívida soberana na região da Eurolândia e o desempenho da economia chinesa. É difícil, pois, esperar um desempenho robusto da economia internacional em 2013. Por último, a taxa de investimento se reduziu nos últimos períodos. Assim, não é provável que a demanda agregada contribua para o crescimento em 2013.

Entre as opiniões convergentes sobre os desafios imediatos está a necessidade de abordar problemas que têm se acumulado do lado da oferta agregada. Especialmente saliente e não independente é a necessidade de promover as reformas e aumentar o nível de investimentos. Quanto ao último ponto, há pelo menos quatro aspectos ligados ao setor público que não têm contribuído para fazê-los deslanchar. O governo tem se atrapalhado em seu próprio jogo.

São quatro tons de cinza: 1) qualidade da gestão dos empreendimentos do PAC; 2) desenho dos processos de concessão/privatização; 3) independência e qualidade das agências reguladoras; e 4) natureza distorciva dos recursos oriundos do BNDES. Nos quatro casos, o governo conspira contra os desejados investimentos, em geral, e contra os em infraestrutura, especificamente.

O primeiro tom de cinza vem desde os tempos de Lula, quando Dilma foi ungida a mãe do PAC. No novo governo, a presidente tornou-a principal meta do Ministério do Planejamento. Ainda assim, problemas de implantação e gestão, basicamente associados à máquina pública, impedem o programa de deslanchar, mesmo após cinco anos e duas fases. Em parte, por reconhecer limitações de gestão, o governo decidiu abrir à iniciativa privada investimentos em infraestrutura.

A estreia com os aeroportos não foi encorajadora e o próprio governo reconhece que o desenho do processo causou seleção adversa: trouxe concessionários nem sempre entre os mais desejáveis. A nova fase deconcessões (portos,ferrovias) até agora não augura resultados auspiciosos. Problemas de desenho nas concessões ainda afugentam investidores desejáveis. Muito se debateu a interferência do Executivo nas agências reguladoras, que deveriam ser instrumentos de Estado, independentes de governos. Isso estaria conspirando para afugentar potenciais investimentos em infraestrutura.

Recentes episódios de indicação de gestores não qualificados para agências certamente não ajudaram a solucionar o problema apenas somaram ingerência indevida à desqualificação e corrupção no coração das agências. Tom cinza pesado. (grifo meu)
Por fim, há um problema de financiamento associado aos investimentos. A fonte generosa de recursos do BNDES tem sido, nos últimos anos, o Tesouro. O repasse oculta subsídios, diminuindo a transparência e a credibilidade da política fiscal. Não ajuda que pareça uma manifestação macroeconômica do efeito de contabilidade mental estudado em economia comportamental.

Os quatro problemas são originados de escolhas governamentais que, possivelmente, poderiam ser alteradas com certa facilidade. Nada impede que o governo mude a qualidade da gestão (se aceitar terceirizá-la em parte). Nada obsta o desenho de processos de concessão que evitem seleção adversa e, pois, atraiam interessados mais qualificados. Nada bloqueia a busca e indicação de gestores qualificados e independentes para as agências reguladoras. E nada torna impossível a mudança das fontes de financiamento do BNDES. A paleta de investimentos pode ser menos monocromática e o futuro, mais brilhante.

Alkimar R. Moura e Antonio C. Manfredini Oliveira São Professores da Eaesp/FGV

26 de nov. de 2012

A beleza interior.

Imagem retirada da internet, link aqui.

Falávamos numa roda de amigos sobre a beleza exterior do ser humano, como este pode ser abençoado com dotes físicos que chamam a atenção. Nessa conversa as  "chicas conocidas” na TV e no cinema eram a tônica da conversa, quando um colega mais afoito e brincalhão soltou a seguinte pérola:       

- “O que importa é o que a pessoa tem por dentro”

Não me contive e respondi ao colega que por “dentro” somos cheios de órgãos  veias, artérias, músculos, ossos, cartilagens,  e sabemos que somos assim:


Ele riu e disse que eu havia entendido a brincadeira mas ainda assim, preferiu justificá-la comparando às “chicas” pouco providas de beleza exterior, mas que chama a atenção pelo caráter, honestidade, benevolência, integridade etc... 

Depois de ter sacudido a cabeça confirmando o entendimento da brincadeira do colega, fiz a todos na roda a seguinte pergunta:

-Vocês acreditam que possuímos uma “alma”?

Continuei dizendo que somos a soma de todas as nossas aprendizagens e essas, compõem a nossa personalidade, o nosso ser único e indivisível e isso  nos torna únicos completos e complexos ao meu ver. E essa unicidade  -acredito eu- seria a nossa “alma”.

Se temos condições de aprender e repetir ou não as lições é outra questão. Como podemos então  imputar ao desconhecido ao sobrenatural ações que foram – ou não –  por nós realizadas?  

Ficaram calados por alguns segundos. Um deles que é kardecista depois de ouvir respondeu: 

-Claro que existe! E apresentou a sua tese que ouvi com muita atenção.

Os outros riram e disseram que certas “coisas” como futebol e religião não se discutem e ponto. E eu nem falava de religião, falava de “alma”. Constatei que realmente certas coisas não se pergunta.

Mais uma para minha pequena experiência interior.

12 de nov. de 2012

Obsessão por censura - Artigo escrito pela Senadora Kátia Abreu

Senadora Kátia Abreu-PSD/TO. Foto retirada da internet, link aqui.


Obsessão por censura 

Nada conspira mais contra a democracia que a relativização de seus valores -entre eles (e sobretudo), a liberdade de imprensa. A tentativa de submeter os veículos de comunicação a um “controle social” é uma forma oblíqua de censura, com o indisfarçável propósito de mantê-la subjugada politicamente. 

No Brasil, esse controle é ainda uma proposta obsessiva de parte expressiva do PT. Na Argentina, na Venezuela e no Equador, países que se consideram democráticos, é uma trágica realidade. 

A uniformidade dos discursos preocupa, sobretudo quando se sabe que obedece a uma articulação continental entre grupos políticos hegemônicos que postulam um mesmo projeto: uma América do Sul socialista. 

Os resultados têm sido nefastos para a imprensa e para a democracia. Em face disso, no fim do mês passado, empresários de rádio e televisão de diversos países sul-americanos, reunidos na 42ª Assembleia-Geral da Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), em Montevidéu, aprovaram o envio de missão especial à Argentina, no dia 7 do mês que vem, para acompanhar a entrada em vigor, naquele país, da nova Lei de Meios. 

Essa lei, com pequenas variantes, já havia sido tentada aqui, quando da edição do 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, há quatro anos, felizmente repelida pela presidente Dilma Rousseff ainda quando candidata. 

Todas as tentativas de enquadramento da imprensa, ao longo da história -e não foram poucas-, resultaram numa mesma constatação: não é possível fazê-lo sem ferir o princípio básico da democracia, que é a liberdade de informação e expressão. 

O único controle democrático sobre a mídia é o que está na lei, mais especificamente no Código Penal. Os crimes decorrentes de seu uso indevido são três: injúria, calúnia e difamação, já devidamente capitulados, e geram reparações que, no limite, podem levar o infrator a sair do mercado. 

Liberdade, como é óbvio, não exclui responsabilidade penal para quem dela abusa. Mesmo assim, os que reclamam da imprensa o fazem como se não estivesse submetida a limites legais, o que tornaria indispensável providenciá-los. É esse, em síntese, o teor sofístico das sucessivas conferências de imprensa do PT. 

A imprensa é um termômetro: mostra a febre, mas não a cria, nem a cura. Xingá-la, no entanto, tornou-se parte de um curioso processo de catarse, que só convence a quem dele carece. (grifo meu).

O ex-presidente Lula mantém relações esquizofrênicas com o tema. Já reconheceu diversas vezes que deve sua projeção política à imprensa, que, ainda ao tempo do regime militar, o acolheu com entusiasmo, como liderança popular emergente, arrostando riscos. 

Mas diz que os jornais lhe dão azia, que o combatem injustamente e coisas afins, esquecido de que essas críticas convivem lado a lado, e em franca desvantagem numérica, com os que o louvam. Não há uníssono na imprensa. 

A propósito, é improvável que haja um segmento da sociedade brasileira tratado com mais severidade -e frequentemente com injustiça- que o dos produtores rurais, em regra apresentados como vilões e retrógrados. 

Não obstante, não se registra uma única declaração de suas instituições reclamando da imprensa ou pedindo restrição ao seu livre exercício. Nossa opção é democrática: o debate, o exercício do contraditório. 

Hoje, com a internet, não há notícia que escape de divulgação. Se houver alguma informação alvo de sabotagem generalizada na mídia convencional -algo altamente improvável-, acabará vazando pela internet e chegando ao público. 

Outra lenda: o monopólio das TVs, ponto central e recorrente dos questionamentos. 

Há, no Brasil, em pleno funcionamento, nada menos que cinco redes nacionais privadas (Globo, Record, SBT, Bandeirantes e Rede TV!), além de emissoras educativas estatais e redes regionais, sem contar as TVs por assinatura. 

Não há monopólio. Há liderança, que só pode ser quebrada mediante opção do telespectador. 

Qualquer outra medida implica censura. Uma coisa é certa: nenhum dano decorrente da liberdade de imprensa é maior que os que ela ajuda a evitar. 

Sou original, mas artigos como esse devem ser multiplicados, afinal boas ideias merecem ser expostas, excelentes opiniões então...

link da notícia:http://si.knowtec.com/scripts-si/MostraNoticia?idnoticia=35687&idcontato=8923451&origem=fiqueatento&nomeCliente=CNA_REGIONAL&data=2012-11-12 consultado hoje: 12/11/2012 às 19:46 h.

28 de out. de 2012

As urnas não mentem.

Imagem retirada da internet, link aqui.

Ainda estou de ressaca pelo resultado eleitoral na minha cidade. Um dilema se instalou na minha cabeça logo após o resultado do pleito eleitoral fiquei assim sem entender muito bem o que aconteceu. 

Os que venceram (como sempre quando se vence) acham o resultado justo. Limito-me a observar o resultado enquanto cidadão. Politicamente pouco ou quase nada poderia fazer. O importante é que a minha parte eu fiz. Votei e votei consciente! 

A democracia quando é plena não há o que discutir.  O que me consola é que obtive algum êxito na escolha do “meu” vereador dou-me portanto, “meio satisfeito”.

Os partidos evoluem cada vez mais no quesito marketing. Alguns produzem material com características hollywoodianas. Foi assim em Araçatuba em algumas campanhas. Quem tem em mão$ essa po$$ibilidade consegue além de manipular a "ma$$a" vencer facilmente os adver$ário$. Vale aqui a máxima: “Quem conta um conto aumenta um ponto”  e esse rendeu ao primeiro colocado 8.000 votos a mais.

Político em horário eleitoral é um ator. Ele não faz política faz uma atuação dramática e o resultado é que a cidade fica linda na propaganda. É claro que ainda existem partidos que não possuindo um caixa gordo fazem aquelas propagandas "chinfrim". Mas esse cenário vai mudar e em breve todos os partidos caminharão para a profissionalização na política (em termos de propaganda pelo menos).

A população perde, afinal eleger atores não dá nenhuma certeza de que a cidade será administrada com a competência pois como sabemos, são coisas distintas. 

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