![]() |
| Imagem retirada da internet,link na mesma. |
Fica redundante e até chato falar do ensino público e das mazelas que assolam a nossa educação formal. Ainda assim, temos a obrigação de discutir esse problema que assola não só a nossa nação, mas o mundo todo.
Apesar das inúmeras pesquisas e divulgação de dados positivos pelos governos, esses números podem ser facilmente desmentidos quando entramos em contato com esses alunos. Podemos medi-la quando do contato com a criança/adolescente na rua, nos lares e no trabalho.
A falta de recursos materiais, prédios em situação precária, professores desestimulados, baixos salários, seriam alguns dos ingredientes dessa massa que não quer ficar no ponto.
Em um dos mais produtivos e rico estado da Federação não seria diferente.
O “desinteresse” do poder público é um dos fatores mais determinantes para essa situação que já beira o caos.
Nas estatísticas governamentais visualiza-se sempre o contrário. Como são sempre "bem feitas", mostram um universo de crianças/adolescentes que escrevem, leem e além de tudo são ajudadas pela famosa progressão continuada. Porém no dia a dia, muitas delas são incapazes de ler, ou quando conseguem ler são incapazes de interpretar o que leem.
Recentemente divulgou-se o resultado do Idesp-2011 (consulte a nota da escola do seu filho no estado de S.P clicando sobre a palavra Idesp-2011) onde se viu as notas relativas a média das escolas do estado de São Paulo, e dessas, 73% levaram “bomba”, ou seja, não atingiram a meta pactuada.
Em matéria publicada pelo Jornal Folha da Região em sua edição de 03/04/2012 várias escolas de Araçatuba estavam entre as que levaram bomba.








